Mês passado em Natal, RN, num comício, Dilma Rousseff afirmou, com todas as letras: “O presidente Lula me deixou um legado, que é cuidar do povo brasileiro. Eu vou ser a mãe do povo brasileiro”.

Pretensiosa e prepotente.

Dispenso, e tenho medo, de uma mãe dessas.

Minha mãe jamais seria guerrilheira e nunca assistiria impassível, de dentro de um carro, ao assassinato covarde e sem sentido de um Tenente do exército brasileiro, cujo único crime foi estar no lugar errado, na hora errada, trabalhando na profissão que escolhera.

Minha mãe lutaria no campo das idéias, resistindo com criatividade e persistência, sem colocar em risco a vida de terceiros, aliás, como bem fez seu atual patrão e criador, no Sindicado dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo.

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