A Eletrobrás, que nos oito anos tucanos de FHC foi desmontada para facilitar a privatização de suas quatro grandes subsidiárias, FURNAS, CHESF, ELETROSUL e ELETRONORTE, herdada por Lula como uma massa amorfa e inútil, hoje tenta se reabilitar para tornar-se a PETROBRÁS do setor elétrico, conforme desejo do Presidente.





Em função de proposta equivocada, que sugere transformar a ELETROBRÁS numa empresa estatal travestida de privada, a reabilitação desta estatal será feita com o sacrifício de suas subsidiárias. Estarão criando um verdadeiro monstro, ineficaz e desnecessário. O interessante, talvez daí vem o equívoco, é que o atual Presidente da ELETROBRÁS é o mesmo da era tucana e pertence ao velho PMDB, que desde a redemocratização é governo, sem nunca ter elegido um Presidente da República.

A coisa tá tão feia que, até a nova marca da empresa “reabilitada” (acima), que as subsidiárias deverão usar, é desbotado, sem contornos claros e sem significado. Parece um bico de tucano deformado e aberto.

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